terça-feira, 4 de novembro de 2014

Compra de terras na África



Estrangeiros já compraram uma Alemanha na África

Por Daniela Chiaretti | De São Paulo
 22/09/2011 
Desde 2001, algo próximo a 221 milhões de hectares de terra foram vendidos, cedidos ou arrendados, a maior parte por investidores internacionais, em países em desenvolvimento. A maioria destas transações aconteceu na África. O comércio de terras no continente, nos últimos anos, já dá uma área maior que a da Alemanha. Os motivos do frenesi seriam três, segundo um relatório que está sendo divulgado pela ONG internacional Oxfam: segurança alimentar, biocombustíveis e especulação.
O fenômeno tende a ficar ainda mais forte em um mundo com população crescente e recursos limitados. A expectativa é que a economia global triplique até 2050, exigindo mais dos recursos naturais e da agricultura. A demanda maior por comida, somada às condições adversas provocadas pelas mudanças climáticas, escassez de água e competição com culturas que produzem biocombustíveis, criam um cenário pouco otimista. "É um problema muito novo, e os países não estão se dando conta da sua dimensão", diz Simon Ticehurst, chefe do escritório da Oxfam no Brasil.
"Acredita-se que as respostas virão do mercado e da tecnologia, que podem até ajudar, mas não vão resolver tudo", continua. "Há que se encontrar um equilíbrio entre estas forças e é fundamental que os países criem suas regras."
O relatório da Oxfam cita casos de apropriação de terras em Uganda, no Sudão do Sul, na Indonésia, em Honduras e na Guatemala. A questão fica ainda mais complicada porque, em muitos países, quem vive nas terras não têm título de propriedade. Em Uganda, segundo as pesquisas da Oxfam, mais de 22,5 mil pessoas teriam perdido suas casas e terras para uma empresa britânica de madeira, a New Forests Company, que nega ter expulsado as pessoas.
Segundo o estudo - intitulado "Land and Power" -, os contratos de compra e venda não costumam ser transparentes, o que dificulta a obtenção de dados exatos sobre a movimentação de terras. Informações checadas por várias fontes dão conta de mais de 1.100 negociações de terra (somando cerca de 67 milhões de hectares), nos últimos anos. "As mulheres e as populações mais carentes são muito vulneráveis a este fenômeno", diz Ticehurst. Violações de direitos humanos seriam frequentes. As comunidades locais não estariam sendo consultadas sobre os negócios e nem tratadas de forma justa.
'A lógica da produção de alimentos no mundo tem que mudar', defende Ticehurst. O caminho, acredita, passa pela agricultura familiar, sustentável e agroecológica. 'O modelo atual, baseado em grandes propriedades, monocultivos e uso intensivo de agrotóxicos está quebrado', diz ele."

Compromisso ético com a África





Muito se discute sobre quais as razões para que exista miséria, fome e toda uma série de desgraças e doenças na África.

As sugestões para a solução  desses problemas sugere sempre a interferência de organismos internacionais, o apoio de ONG's, um olhar de fora, ainda o olhar do colonizador, da civilização ocidental.

Talvez tenhamos chegado num grande impasse. É possível que o modelo capitalista tenha chegado a uma encruzilhada e exista uma outra possibilidade de mundo, diferente do proposto pelo capitalismo.

Um resgate da sabedoria ancestral, o retorno a uma visão de mundo que propugne  o equilibrio, associado a modernas técnicas não agressivas e apoiadas a um compromisso ético com a vida pode ser usada na África, para a emancipação dos povos e bem estar de todos.

Os problemas que ocorrem na Africa são fruto de um processo histórico, que ocasionou o rompimento do modo de vida africano.

Esses problemas serão solucionados com o apoio de todos, promovendo uma mudança no que deu errado, alicerçado em base tradicionais africanas. "Há certas tradições que não merecem ser celebradas" lembrou o principe Hamlet; dessa forma nem toda tradição é positiva. O que precisa ser valorizado é a vida, o equilibrio e o bem estar de todos, mulheres velhos e crianças, do ser humano e de toda forma de vida.

Para quem pensa que é utopia, ou conversa piegas, sugiro a leitura do texto de Valéria de Marcos: Construindo alternativas a produção agroecológica através da Mandala.

A professora é doutora pela USP  em Geografia, e atualmente é professora da FFLCH, com enfâse em Geografia Agrária.

O trabalho da professora Valéria de Marcos é uma pesquisa sobre alternativas para a produção agrícola na ótica do desenvolvimento local autosustentável.

As práticas defendidas no texto são métodos alternativos de agricultura em respeito ao ambiente, utilizando a permacultura e a agroecologia.

Usando como exemplo o processo de organização e funcionamento da mandala em assentamentos noo Brasil, a autora destaca as pectos realcionados ao cultivo, rotina de trabalho, viabilidade econômica e forma de escoamento da produção.

Retomo dessa forma a discussão iniciada nos comentários do post "O Brasil na África". Lá eu afirmava esperar que a África não seja continuamente um laboratório de atrocidades, mas que seja um lugar de novas possibilidades de valorização da vida.

Isso só é possível com as pessoas certas nos lugares certos. Espero que alguns de nós tenham a possibilidade de encontrarem-se em lugares chave e possam exercer o compromisso ético com o planeta.

Olhar os fenômenos de dentro, compromissado com a vida e amparado pela conhecimento, é uma saída honrosa para enfrentar os problemas na África.


O Brasil na África

O Brasil na África
Paula Adamo Idoeta  BBC Brasil  09/05/2012
            Em um artigo da BBC  Brasil, a jornalista Paula Adamo Idoeta de 09/05/2012 menciona um estudo feito pela consultoria Ernst & Young: “ o Brasil está no fim da lista dos 30 maiores investidores da África, respondendo por apenas 0,6% dos novos projetos de investimentos diretos estrangeiros (FDI, na sigla em inglês) no continente entre 2003 e 2011. Em comparação, os EUA abocanharam 12,5% dos novos projetos; a China (Hong Kong incluída), 3,1%; e a Índia, 5,2%.”
            Em um seminário do BNDES o banco BTG Pactual afirmou a intenção de captar US$ 1 bilhão para investimentos do setor privado brasileiro na África, em áreas como energia, infra-estrutura e agricultura, relata O Estado de S. Paulo. A Eletrobrás também estuda hidrelétricas em Angola e Moçambique, e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, pediu mais aportes do G20 (grupo das maiores economias do mundo) ao Banco Africano de Desenvolvimento.
            Para Michael Lalor, diretor do África Business Center da Ernst & Young: "Foram 33 projetos de investimento estrangeiro direto do Brasil na África desde 2003 - menos de 1% do total." E, com o crescimento do mercado consumidor africano, "surpreende que empresas brasileiras de consumo - serviços financeiros, varejo, telecomunicações - não estejam mais ativos no continente", agregou. Para o executivo, há também expectativas de que o Brasil "use seu expertise em biocombustíveis para investir mais fortemente nisso".
            
                                      Presença brasileira é mais forte em Angola (foto) e Moçambique
            Moçambique  abriga empreendimentos da Vale e da Odebrecht, uma das maiores empregadoras locais; Angola  é o maior receptor dos investimentos brasileiros no continente (R$ 7 bilhões, segundo estimativas de 2011 da Associação de Empresários e Executivos Brasileiros em Angola). Empresas como Petrobras e construtoras como Odebrecht e Andrade Gutierrez têm operações sólidas ali.
            Mas, para a diretora regional da África da Economist Intelligence Unit, Pratibha Thaker, o Brasil está seguindo um curso natural. "Não acho que o país tenha desperdiçado oportunidades. Começou com os países de língua portuguesa e agora está avançando para outros - por exemplo, a África do Sul, onde mira o varejo e a agricultura", afirmou à BBC Brasil. "É a primeira vez que o continente africano está sendo encarado com seriedade pelo mundo (como um pólo de oportunidades). E o Brasil, ao contrário da China, é bem visto por sua tendência a empregar mão de obra local, transferir tecnologia."
Ela adverte, porém, que espaços não ocupados por outros países na África serão tomados por investimentos chineses e indianos.

Avanços e recuos da África

                                      Demanda por infra-estrutura ainda é grande no continente africano
O relatório da Ernst & Young aponta que, entre 2010 e 2011, cresceu 27% o número de projetos financiados por investimento direto estrangeiro na África. Os principais receptores são África do Sul, Egito, Marrocos, Argélia, Tunísia, Nigéria e Angola.
Mesmo assim, o continente abocanha apenas 5,5% do total dos investimentos estrangeiros - algo que, na opinião de Ajen Sita, "não reflete o potencial econômico da África".
Isso é atribuído à desconfiança de muitos investidores com relação à instabilidade política, à corrupção e às dificuldades em fazer negócios atribuídos aos países africanos.
No levantamento feito pela E&Y, empresários sem presença na África vêem a região como "a menos atrativa para negócios do mundo". No entanto, diz a consultoria, quem já faz negócios na África tende a melhorar sua percepção sobre o continente e a considerá-lo quase tão atrativo quanto a Ásia.
Também cresce o volume de negócios entre países africanos, enquanto velhos desafios permanecem: a infraestrutura continental é deficiente e requer investimentos de mais de US$ 90 bilhões, apontou Sita.
Outro antigo desafio é a estabilidade continental - um problema antigo que atualmente se manifesta com os levantes da Primavera Árabe e com golpes de Estado em países como Mali e Guiné-Bissau.
Em resposta a isso, o relatório da E&Y afirma que, apesar de focos de conflitos, "a democratização africana é algo real, com os Estados unipartidários se tornando cada vez mais a exceção, em vez de a regra".



Bandeiras africanas

Chama a atenção o fato de muitas bandeiras africanas apresentarem cores comuns entre elas: combinações entre o verde, o amarelo, o vermelho e o preto são comuns.
As origens dessas combinações estão no Pan-Africanismo, movimento que propunha a união dos povos africanos, como forma de valorizar a África no contexto internacional.
O movimento teve força ao longo das lutas pela independência na segunda metade do século XX, buscando a unidade política de toda a África e o reagrupamento das etnias divididas pelas imposições dos colonizadores.
Valorizavam a realização de cultos aos ancestrais e defendiam a ampliação do uso das línguas e dialetos africanos, proibidos ou limitados pelos europeus.
A teoria pan-africanista foi desenvolvida principalmente pelos africanos na diáspora americana descendentes de africanos escravizados e pessoas nascidas na África a partir de meados do  século XX; no Brasil foi divulgada por Abdias do Nascimento.
Duas diferentes combinações de três cores são referenciadas como as cores pan-africanas: o verde, o amarelo e o vermelho, primeiramente usadas na bandeira da Etiópia.
A Etiópia  é um país emblemático no continente africano: foi o único país que não foi colonizado pelos europeus e  é o berço do rastafarianismo, um movimento importante para a valorização das ideologias africanas.

Idéia de nação na África

24-05-2012 21:20 - fonte:  http://www.portalangop.co.aoHuíla - Lubango
Especialista defende que africanos devem elevar ideia de nação 



Lubango – Os africanos devem colocar acima de qualquer coisa a unidade territorial e a idéia de nação, respeito pelos símbolos nacionais e o progresso de cada país, para evitar que as interferências externas influenciem negativamente na política e no desenvolvimento do continente, defendeu hoje, no Lubango, Huíla, o professor universitário, Hélder Pedro Alicerces Bahú.
  
Em entrevista à Angop, a propósito dos 49 anos da institucionalização da União Africana (antiga OUA), que na sexta-feira se assinala, o professor de História no ISCED do Lubango disse que boa parte dos problemas africanos são provocados por países acidentais, dai que a ideia de uma neo-colonização é mais como uma luva do tipo invisível e é bem patente neste campo.

"As interferências externas começaram no tempo colonial e persistem até hoje e eu penso que a solução está nas mãos do próprio africano, que têm a responsabilidade de ter mais ambições, pensar no país", disse.
  
Argumentou que estas intromissões, mesmo que continuem, que não sejam tão fortes como agora, pois encontrarão a negação por parte dos próprios africanos.

Hélder Bahú defendeu igualmente a mudança de postura de maior parte de partidos que faz oposição em África, que opta em insistir em ataques pessoais a quem governa, em vez fazer uma política que contribua para o engrandecimento do país, em particular e do continente de uma forma geral.

Acrescentou que muitos dos seus membros da União Africana desviam-se dos intentos consagrados em documentos "muito bem" escritos, relativos a alternância do poder, erradicação da pobreza, do analfabetismo e todas outras formas que contribuem para a melhoria das condições de vida das populações, o que também provoca uma certa instabilidade política em alguns países.

Segundo ele, a UA não conseguirá encontrar um denominador comum para poder mudar o quadro, se os seus integrantes não mudarem as suas políticas, o que quer dizer que ela está dependente dos seus membros.

O professor Hélder Bahú é mestre em história e doutorando pela mesmo disciplina pela Universidade Nova de Lisboa.

A Organização da Unidade Africana (OUA) foi criada a 25 de Maio de 1963 em Addis Abeba, capital da Etiópia, através da assinatura da sua Constituição por representantes de 32 governos de países africanos independentes.
  
A OUA foi substituída pela União Africana a 9 de Julho de 2002.



A organização tem como objetivos a unidade e a solidariedade africana, defende a eliminação do colonialismo, a soberania dos Estados africanos e a integração econômica, além da cooperação política e cultural no continente.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Atividade cesta básica 3º anos


Atividade 3º anos : Cesta Básica
1) Fazer uma comparação com as imagens , considerando o lugar, as pessoas, quantas e como estão vestidas. Comparar as cestas básicas, explicando o motivo da diferença.

2) Lembrando o video sobre a Super estrada da alimentação, como é possível termos no mundo qualquer alimento em qualquer lugar a qualquer época?

3) Faça uma lista dos alimentos consumidos por sua família durante um a semana ou um mês, coloque os preços, some e compare com as cestas básicas das fotos.
Analise sua cesta básica, considerando o número de pessoas, se é saudável e como é o gasto.

entregar na semana do dia 12 a 16 de setembro.








Vegetação 1º anos

VEGETAÇÃO
A vegetação faz parte do ecossistema. Ela depende principalmente do clima, solo e relevo.
Ela é importante para o mundo pois equilibra o clima, produz oxigênio através da fotossíntese e tem sua importância econômica no mundo de hoje.
de acordo com sua forma pode ser classificada em:
- Xerófilas: plantas que são adaptadas a aridez, como os cactos.

- Tropófilas: são adaptadas a uma rotação seca, e outra úmida.

- Higróficas: plantas adaptáveis a muita umidade.

- Aciculifoliadas: tem folhas em forma de agulhas, como os pinheiros.

- Latifoliadas: são de regiões úmidas, com folhas largas. Permitindo intensa transpiração.

- Caducifólias: elas perdem as folhas em épocas frias ou secas do ano.


Tipos de vegetação


Floresta Temperada

Ela é típica na zona climática temperada. Surge em latitudes mais baixas. São abertas, com pequena variedade de vegetais. As flores temperadas aparecem na América do Norte e Europa, como a floresta negra (Alemanha).

Floresta de Coníferas

É típica da zona temperada, ocorrendo em altas latitudes.

Abrange o norte da Eurásia. Nas regiões frias, Rússia e Sibéria, desenvolve-se a Taiga,vegetação de coníferas anãs, predominando o pinheiro. Nestas regiões são bem úteis como fonte de matéria-prima.

Floresta Tropical

É típica de climas úmidos e quentes. Surge em baixas latitudes na América, África e na Ásia. As florestas tropicais são ricas em espécies de vegetais. São fechadas e heterogênea, com uma formação vegetal higrófila e latifoliada. Nelas aparecem arvores de grande e médio porte.

Vegetação desértica

São adaptadas a falta de água, que é a situação em climas árido e semi-árido. Por isso, as espécies são xerófilas.

Aparecem em todos os continentes, com exceção da Europa.

Tundra

Vegetação rasteira, formada de liquens e musgos que aparecem na zona próxima as circulo polar Ártico. Crescem nos alagados na primavera e verão. E durante o inverno fica encoberta pelo gelo.

Vegetação Mediterrânea

Se desenvolve em regiões de clima mediterrâneo. É uma vegetação esparsa com características xerófilas e as formações dominantes são os maquis e garigues.

Pradaria

É composta basicamente de capim. Aparece em regiões de clima temperado continental. Embora muito usada como pastagem, é importante pelo solo rico em matéria orgânica. Surge na Europa na Europa Central e na Rússia, nos Pampas argentinos, e nas Grandes Planícies Americanas e na Grande Bacia Australiana.

Estepe

Vegetação herbácea, constituída por tufos ou colônias de plantas afastadas umas das outras, deixando o solo parcialmente descoberto. Surge em climas semi-áridos.

Cobre regiões na Ásia Central, oeste dos Estados Unidos e Argentina.

Savana

A vegetação é variada, com arbustos, plantas herbáceas e gramíneas.

Ocorre em regiões de clima tropical, onde existe estações bem definidas: o verão úmido e o frio seco. Aparece no Brasil, África Centro Oriental.

Nas savanas vive um grande número de herbívoros e amimais de grande porte, principalmente na África.

Em meio a outros tipos de vegetações, podemos encontrar pequenas formações florestais, como:

- mata galeria: é um tipo de mata que fica as margens do rios que cortam o cerrado e a caatinga. Isto ocorre porque às margens do rio, o solo é fértil criando condições propicias para o desenvolvimento da mata.

- capão: surge nas depressões das áreas secas, aonde o nível hidrostático chega próximo a superfície, criando boas condições para se desenvolver a mata, visto que o solo é úmido.

Vegetação no Brasil

O Brasil apresenta várias formações vegetais, devido as diversidades no clima. Temos um território extenso, por isso algumas regiões são ou próximas aos trópicos, ou a linha do Equador. E isso influi no clima, e portanto na vegetação.

No Brasil existe desde grandes florestas tropicais, até formações xerófilas, como a caatinga.

A seguir mostraremos as principais formações florestais no território nacional.

Floresta Amazônica

Possui a maior diversidade em espécies de vegetais e animais do planeta. Formada por plantas latifoliadas equatoriais, a floresta é densa.

O solo está constantemente coberto por camadas de folhas, galhos caídos, frutos apodrecidos, tudo úmido e em decomposição.

A floresta apresenta três estratos:

- Várzea: com vegetação de médio porte, uma área que está sobre inundações periodicamente.

- Caaigapó: áreas com vegetações de pequeno porte, como a vitória régia, pois fica permanentemente alagada ao longo dos rios.

- Caaetê: área que não inunda, possuindo vegetações de grande porte, como a castanheira. É a mais afetada pelo desmatamento e as queimadas.

Floresta latifoliada tropical

Foi grandemente destruída ao longo da história do Brasil. Se estende do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. Sofre ação intensa das massas de ar úmido que vem do oceano Atlântico.

Mata de araucárias ou pinhais

Nessa forma de vegetação predomina a araucária angustifólia, espécie que é adaptável ao clima subtropical ou temperado. Se encontra em várias áreas, região Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais.

No interior desse tipo de floresta pode se encontrar erva-mate, canela, cedros entre outros.

Mata dos cocais

Esta formação vegetal se situa entre a floresta amazônica, caatinga e o cerrado. É constituída por palmeiras, destaque ao babaçu, e carnaúba.

Caatinga

O nome caatinga vem do tupi-guarani e significa ‘mata branca’, que é cor predominante na época da seca. A vegetação é xerófila, na qual predomina arbusto caducifoliado e espinhoso.

Cerrado

Sua formação florestal é constituída por uma vegetação caducifólia. Tem uma formação adaptada ao clima tropical, com raízes profundas, casca grossa e galhos retorcidos.

Complexo do pantanal

O pantanal ele agrupa várias formações vegetais em seu interior, dentre elas está a floresta tropical, cerrado e lugares inundáveis.

Por isso o nome de complexo do pantanal, pois é uma floresta de transição, várias formações florestais juntas.

Campos naturais

Tem uma formação rasteira ou herbácea, constituída por gramíneas.

Pode se achar esse tipo de vegetação no extremo sul do país, em poucos pontos do Mato Grosso do Sul e na Amazônia.

Alguns associam a sua origem a solos rasos, temperaturas baixas, áreas sujeitas a inundações ou solos arenosos.

Vegetação Litorânea

No litoral surge vegetação rasteira, que é responsável pela fixação da área, impedindo que seja transportada pelo vento. Os mangues também são comuns, responsáveis pela reprodução de espécies de peixes, moluscos e crustáceos. São áreas inundadas pela água do mar, quando este está em maré alta; e na maré baixa as raízes ficam expostas.


fonte: http://www.juliobattisti.com.br